Gol de Letra promove Fórum Interno sobre Esportes e Educação integral
Programa de Jovens inaugura o seu Festival de Arte e Cultura
Leitura na Vila encerra ciclo de capacitações

Ações para as comunidades movimentaram SP e RJ

Só no último mês foram realizadas cinco atividades diversas abertas aos moradores em geral

Promover o desenvolvimento e o fortalecimento comunitário das regiões onde atua, através da educação, da cultura esportiva e da convivência, é um dos principais objetivos da Fundação Gol de Letra.

A importância desse trabalho se dá uma vez que temos a Educação Integral como conceito base de toda a atuação, considerando o contexto e o entorno em que vivem as crianças, adolescentes, jovens e familiares que participam dos programas e projetos.  Um olhar que abrange a escola, o ambiente familiar, os equipamentos de saúde e assistência social, e todos os espaços de convivência por onde essas pessoas circulam (igreja, centros esportivos, associações de bairro etc.).

Não é a toa que desde o princípio contamos com o Programa Comunidades, tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro, que articulam com as comunidades e propõem atividades com foco no seu fortalecimento.

Somente no último mês foram realizadas cinco ações voltadas para os moradores das comunidades em geral, nos bairros do Caju (RJ) e Vila Albertina (SP), onde estão localizadas as sedes da Gol de Letra.

30/04 – Dia da Família na Escola: Participação da Gol de Letra no Dia da Família da EMEF João Ramos Pernambuco Abolicionista, em São Paulo, com Oficina de Sexualidade, Roda de Capoeira e Orientação em Saúde Bucal oferecidas aos alunos e responsáveis da escola.

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02 a 06/05: Jogos de Integração da Tijuca – Escolares: Evento realizado na comunidade do Borel, no Rio de Janeiro, com a participação do CIEP Dr. Antônio Margarinos Torres Filho. Disseminando a experiência adquirida no bairro do Caju, onde os Jogos de Integração já acontecem há 10 anos, o objetivo é envolver escolas e comunidade nas questões de educação, lazer, cultura e esporte. Foram propostas atividades de câmbio, atletismo, arremesso ao cone, voleibol, gol a gol, queimado, skate, slackline, badminton, capoeira, entre outras, com o envolvimento de aproximadamente 200 crianças e adolescentes da região.

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14/05 – Caminhada Jogo Aberto: A já tradicional Caminhada do Programa Jogo Aberto, realizada pelas ruas da Vila Albertina (SP), contou com a participação de gente de todas as idades, que primeiro fizeram um alongamento para em seguida se exercitarem com muita disposição em um percurso de 4 km. E é claro que as crianças não podem ficar de fora: percurso especial de 800m (Voltinha) com circuito lúdico no final e muitas brincadeiras propostas pelos recreadores.

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14/05 – Gol de Cidadania: Um dia inteiro de atividades e serviços gratuitos para os moradores do Caju (RJ), que incluiu caminhada esportiva, zumba, yoga, oficina de pipa, corte de cabelo, palestras, atividades recreativas, atendimento com advogados, serviços de saúde e documentação e um delicioso Egg Truck para repor as energias.

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21/05 – Ação Global: Pelo segundo ano a Gol de Letra foi convidada a participar desse projeto promovido pelo SESI e pela Rede Globo com prestação de serviços gratuitos à população. O evento aconteceu na Vila Olímpica Mané Garrincha, no Caju (RJ), e além de uma tenda – onde a Fundação divulgou seus projetos para os interessados e distribuiu a publicação Gol de Letrinhas –, uma turma de 15 meninas, de 11 a 15 anos, da Ginástica Rítmica Desportiva fez uma bonita apresentação para os participantes.

E vem mais por aí. Para os próximos dias já estão programados os Jogos de Integração do Caju, Jogos de Integração da Vila Albertina e Rua de Lazer especial das Olimpíadas.

Esse é o nosso jeito de fazer: envolver as comunidades, abrir espaços de diálogo e convivência, formar cultura esportiva, para que todos percebam que juntos sempre podem mais!

Momentos de descobertas e amizades no Intercâmbio 2016

Durante 15 dias de viagem ao Brasil, 12 jovens e 2 educadores franceses experimentaram e proporcionaram experiências inesquecíveis junto aos jovens da Gol de Letra

Reciprocidade. Essa é a palavra que melhor define a experiência do Intercâmbio dos jovens franceses da Sport Dans la Ville no Brasil. Pelo 15º ano consecutivo o projeto do Intercâmbio França-Brasil é realizado em parceria com a ONG francesa, sempre mostrando que a oportunidade de conhecer culturas e países diferentes, ter contato com outras pessoas e outra realidade amplia a visão de mundo dos jovens e contribui para o seu desenvolvimento social e pessoal.

De 10 a 25 de abril, o grupo de 12 adolescentes e 2 educadores veio ao Brasil para vivenciar novas  experiências, interagir com as crianças e jovens da Gol de Letra, compartilhar conhecimentos e usar o esporte como ferramenta de integração.

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A primeira parada foi no Rio de Janeiro, onde além de atividades na sede da Fundação Gol de Letra, no Caju e na Barreira do Vasco, tiveram um tempinho para passear e conhecer alguns pontos turísticos da cidade como o Pão de Açúcar, as praias da Barra e de Copacabana, estádio São Januário e o MAR (Museu de Arte do Rio). Yassin Boughalmi, de 16 anos, se disse encantado com as paisagens e o pôr do sol na praia, enquanto Celia e Shauna, de 17 e 16 anos, aumentavam o volume do celular que tocava um dos hits do momento do funk. A música é mesmo algo que transcende culturas e idiomas e é uma das primeiras coisas que os jovens captam ao chegar em um novo país.

Segunda semana, rumo a São Paulo. Passeios pela Av. Paulista, Museu do Futebol, Estádio do Morumbi, Vila Madalena e uma intensa programação de atividades nos espaços de atuação da Gol de Letra, na Vila Albertina. Todos participaram do Festival de Basquete, Oficina de Marcenaria, vivências práticas com agentes sociais e jovens monitores, artesanato, tchoukball, dança, capoeira e futsal. A empatia entre os jovens, colaboradores e voluntários que acompanhavam o grupo crescia cada vez mais e fazia dos momentos juntos uma verdadeira festa.

E para terminar, não poderia faltar o acampamento, com todo o grupo reunido: franceses, adolescentes participantes da Gol de Letra e os jovens do Rio e de São Paulo que farão o Intercâmbio para França entre o final de junho e começo de julho. Em um agradável espaço cercado pela natureza, em São Lourenço da Serra (SP), eles aproveitaram dias de muita animação com trilha, canoagem, tirolesa, gincanas, jantar temático, piscina, fogueira, bate-papo e muitas atividades ao ar livre. Difícil foi se despedir!

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Depois de tudo isso o que ficou foi a amizade, o afeto, a troca de vivências, aprendizados e a certeza de que o contato com as pessoas é uma das experiências mais incríveis e gratificantes da vida!

Danya, Younes, Yassin, Sofiane, Marouane, Shauna, Ali, Kastriot, Waïl, Celia, Fadi, Rayan, Hakim e Marie: Au revoir, amis!

Ações de Inovação Educativa buscam desenvolver e ampliar as perspectivas de futuro dos jovens

O uso das tecnologias para promover e melhorar a educação também está conectado com os princípios de “Aprender”, “Conviver” e “Multiplicar”, aplicados em todos os programas e projetos da Gol de Letra

A Vivo é parceira da Fundação Gol de Letra, apoiando o projeto Caju Esporte e Educação, realizado no Rio de Janeiro, através da Lei de Incentivo ao Esporte, do governo federal.
O “braço social” da companhia, a Fundação Telefônica Vivo, atua com projetos que visam desenvolver o potencial dos jovens brasileiros por meio das novas tecnologias, nos eixos de cidadania, empreendedorismo social e educação. A seguir, Américo Mattar, Diretor Presidente da Fundação, fala um pouco mais sobre esse trabalho. Confira:

Américo Mattar, Diretor Presidente da Fundação Telefônica Vivo

Fundação Gol de Letra: Com propostas e formas de atuação diferentes, Fundação Telefônica Vivo e Fundação Gol de Letra desenvolvem projetos que visam à transformação e ao desenvolvimento pessoal e social. Como o senhor enxerga essa sinergia?
Américo Mattar: As duas instituições acreditam que as transformações sociais estão diretamente vinculadas ao desenvolvimento dos jovens, essa é uma causa que nos une. Na Fundação desenvolvemos projetos que visam desenvolver todo o potencial dos jovens ampliando as perspectivas de futuro.

FGL: Em qual (is) área(s) de atuação a Fundação Telefônica Vivo investe seus esforços e projetos sociais?
AM: A Fundação atua na Inovação Educativa, e os nossos 3 eixos de atuação estão diretamente vinculados com essa causa:

  • Cidadania: desenvolvemos a consciência cidadã através do uso da tecnologia, aplicada ao nosso programa de Voluntariado;
  • Empreendedorismo Social: Como o Pense Grande que é o nosso programa de empreendedorismo para os jovens, que oferece formação e apoio aos negócios de impacto social;
  • Educação: Conectamos educadores e alunos com a tecnologia, desenvolvendo metodologias e ferramentas para a formação de uma nova geração de protagonistas

FGL: Sabemos que a educação é a base das transformações que buscamos. Como a Fundação Telefônica enxerga a educação do presente e do futuro e o que precisa ser feito desde já?
AM: Acreditamos cada vez mais no papel das novas tecnologias como potencializadoras do conhecimento, permitindo aos professores acelerarem o processo de aprendizagem e aos alunos o desenvolvimento de todo seu potencial.
Quanto ao futuro não temos uma resposta pronta, porém estamos trabalhando no desenvolvimento de plataformas educacionais colaborativas que integram cada vez mais as experiências dos educadores e dos alunos, conteúdos e metodologias de aprendizagem, que nos ajudam a reduzir as barreiras e limitações geográficas. Assim, oferecendo a oportunidade de desenvolvimento a todas as regiões de Brasil.

_OMF1313 (1)FGL: A Gol de Letra trabalha com o conceito de Educação Integral, um olhar diferente sobre a educação tradicional, tendo como princípios o “aprender”, “conviver” e “multiplicar”, com foco no esporte educacional. No que a Fundação Telefônica Vivo baseia suas ações na área da educação?
AM: Baseamos nossas ações e projetos sociais na Inovação Educativa, tendo como prioridade potencializar o desenvolvimento e conhecimento de jovens e professores com o uso de tecnologia. Acreditamos em novos formatos de educação como a personalização de estudos, adaptação de roteiro de aula respeitando o contexto das escolas, como por exemplo, Escolas Rurais que trabalham classes multisseriadas, e levando a tecnologia para áreas distantes país.

FGL: A Fundação Telefônica é o “braço social” da Vivo, companhia mundial de telecomunicações. De que forma a atuação da empresa está relacionada com as propostas sociais da Fundação?
AM: A missão da Telefônica Vivo é conectar as pessoas, permitindo que possamos viver melhor, basta lembrar a nossa vida antes do celular, é quase impossível imaginar como vivíamos no passado. E através dessa conexão, a Fundação oferece possibilidades de desenvolvimento de todo o potencial de cada indivíduo, para que se tornem protagonistas de suas histórias.

FGL: Ao trabalhar com temas voltados à tecnologia e inovação, qual projeto da Fundação Telefônica Vivo o senhor destacaria como exemplo de ações inovadoras para melhorar a educação no Brasil?
AM:Podemos destacar o programa Escolas Rurais Conectadas, que oferece formação online para os professores e, em especial, o laboratório de Viamão/RS na escola Zeferino Lopes Castro. Nesta escola foi instalada uma fibra ótica de alta velocidade, depois os alunos e professores ganharam notebooks e tablets, além de kits de robótica para integrar os recursos tecnológicos, desde a pesquisa na Internet até a linguagem de programação.

 CLIQUE AQUI para saber mais sobre o programa Escolas Rurais Conectadas.

 

Gol de Letra e Caju na rota da Tocha Olímpica

No último dia 21 de abril a chama da tocha olímpica foi acesa em cerimônia realizada na Grécia, berço dos Jogos Olímpicos, e deve chegar ao Brasil no dia 3 de maio para dar início ao revezamento que vai passar por mais de 300 cidades brasileiras durante cerca de 90 dias. O destino final é a cidade do Rio de Janeiro, sede da Olimpíada 2016, entre os dias 4 e 5 de agosto, onde a tocha acenderá a pira no Estádio do Maracanã, dando início ao evento.

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Raí Oliveira, presidente do conselho e Beatriz Pantaleão, diretora executiva, carregarão a tocha olímpica representando a Fundação Gol de Letra.

A tocha é um importante símbolo na história dos Jogos Olímpicos, representando a paz, a união e a amizade.Durante todo o percurso, ela passará pelas mãos de mais de 12 mil condutores, pessoas que carregam histórias de superação e exemplo dos valores olímpicos.

A Gol de Letra terá três representantes entre os condutores da tocha: Raí, instituidor da Fundação; Beatriz Pantaleão, diretora executiva e também uma das instituidoras; e Felipe Pitaro, coordenador de projetos, acompanhado de mais dez crianças do Caju, comunidade atendida pela instituição há dez anos. A sede da Fundação também vai marcar presença na rota da tocha, que ficará exposta por alguns minutos no espaço para que todos possam vê-la de perto.

250 A emoção já tomou conta das crianças, adolescentes e jovens da comunidade, que pela primeira vez terão a oportunidade de participar diretamente de uma festa olímpica. Acompanhe conosco todos esses momentos!

Muito além da troca cultural: Intercâmbio França-Brasil 2016

Em 2016, o projeto chega à sua 15º edição e recebe 12 jovens para uma experiência incrível nas unidades do Rio de Janeiro e São Paulo

Abril é um mês de alegria e troca de experiências para a Fundação Gol de Letra. Afinal, é o mês em que as unidades Caju e Barreira do Vasco (RJ) e Vila Albertina (SP) recebem o já tradicional intercâmbio dos alunos da organização francesa Sport Dans La Ville. Nesse ano, 12 adolescentes e 2 educandos irão visitar a Fundação e conhecer bem de perto o que as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro podem oferecer.

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Turma de jovens do Intercâmbio de 2015 na unidade Caju (RJ)

Em 2016, o Intercâmbio completa sua 15ª edição e tem como objetivo proporcionar trocas culturais e extensão da visão de mundo de seus participantes. De 2002 a 2016, cerca de 230 jovens franceses e brasileiros já participaram do projeto.

O intercâmbio no Brasil acontecerá em duas etapas. De 10 a 15 de abril, doze jovens franceses e dois educadores virão ao Brasil para participar das atividades da Fundação Gol de Letra no Caju e Barreira do Vasco (RJ), realizando passeios culturais e atividades turísticas na cidade do Rio de Janeiro. Depois, de 15 a 20 de abril, os participantes do intercâmbio irão a São Paulo para conhecer as ações da Gol de Letra no bairro da Vila Albertina e visitar pontos turísticos da metrópole.

Para Patrícia Paiva, analista de projetos, o intercâmbio é uma oportunidade que vai além da troca de experiências: “É também uma troca de metodologias. Além de promover a integração cultural entre esses jovens, o intercâmbio possibilita a troca das práticas educacionais realizadas em ambas as instituições.”

No final de junho será a vez dos brasileiros irem à França. Quatro jovens e dois educadores vão participar do Street Football World Festival 16, evento oficial da UEFA EURO 2016, que acontecerá na cidade de Lyon, cidade sede da Sport Dans La Ville, com a participação de mais de 80 delegações do mundo todo.Intercambio  Futebol 005

Conheça um pouco sobre a Sport Dans La Ville

A organização francesa Sport Dans La Ville foi criada em 1998 na cidade de Lyon e desenvolve programas esportivos e de descobertas ao mundo do trabalho em bairros socialmente vulneráveis. O objetivo é desenvolver nos jovens valores fundamentais para o crescimento pessoal e o sucesso profissional: o respeito a si mesmo e aos outros, a noção de trabalho, o espírito de equipe, o domínio e a superação. www.sportdanslaville.com

Programação Intercâmbio - Rio de Janeiro

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Programação Intercâmbio – São Paulo

Gol de Letra comemora 10 anos no Caju (RJ)

Projetos beneficiam jovens da comunidade por meio do esporte, formação pessoal e cursos para inserção no mercado profissional. Novos planos ampliam atendimentos e marcam legado Olímpico no Rio
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A Fundação Gol de Letra comemora 10 anos com marcas olímpicas e projetos de legado para a comunidade do Caju, Zona Norte do Rio. Entre os anos de 2006 e 2016, os atendimentos da FGL no bairro foram ampliados de 180 para 702, um aumento de 290%.

A previsão para o próximo ano é dobrar o número de atendimentos, chegando a 1.410. O salto nos números decorre dos projetos desenvolvidos ao longo desta década (Jogo Aberto, Dois Toques e Gol de Trabalho), da ampliação do espaço e novos parceiros, além do impulso olímpico.

Para a diretora executiva da Fundação e responsável pela Unidade Caju (RJ), Beatriz Pantaleão, é um momento de muita emoção. “Há dez anos abrimos nossas portas com 80 atendimentos, uma estrutura precária, poucos funcionários e uma comunidade para ser conquistada e que acreditasse no nosso trabalho. Hoje, com mais de 800 atendimentos, 60 funcionários, uma estrutura física contendo biblioteca comunitária, um ginásio e salas de aula adequadas à aprendizagem, posso dizer com tranquilidade que conquistamos esse território e trouxemos grandes benefícios para essa população. Feliz de quem participa!”.

Novos espaços no ano olímpico
São mais de 4 mil metros quadrados que vão abrigar o projeto Legado Olímpico/Caju Maravilha, parceria entre FGL e Nissan. No âmbito do Pacto do Rio, a ação vai promover e monitorar o desenvolvimento sustentável da Região Metropolitana do Rio. O espaço da Fundação no Caju foi dividido em continentes e será caracterizado com simbolismo olímpico. Enquanto o Espaço Américas designa o Ginásio Poliesportivo Sócrates Brasileiro, os Espaços Ásia, Europa e Oceania dão nome aos prédios 1, 2 e 3, respectivamente. Completando, o Espaço África abriga um jardim.

O principal desses espaços, o Ásia, é um prédio de três andares na entrada da Fundação que foi totalmente reformado para receber cursos profissionalizantes voltados ao mercado de trabalho e preparação para os ensinos superior e médio. Com a reforma desse espaço, o número de atendimentos passará de 702 para 1.410. A inauguração desse espaço está prevista para agosto de 2016, mês da Olimpíada Rio 2016.

Vista do prédio Ásia 1, atualmente passando por reformas e previsão da nova entrada. A inauguração está prevista para agosto

Vista do prédio Ásia 1, atualmente passando por reformas e previsão da nova entrada. A inauguração está prevista para agosto

Uma história de conquistas no bairro do Caju
O ano de 2014 foi marcado pela reabertura da única biblioteca comunitária da região do complexo do Caju. Além de desenvolver ações comunitárias de fomento à leitura, valorização cultural e democratização da informação, crianças, jovens e suas famílias podem aproveitar o ambiente para ler, acessar a internet, estudar e fazer pesquisas. No segundo semestre do mesmo ano, as atividades da biblioteca foram ampliadas, através de um Clube de Leitura – hoje realizado mensalmente – apoio do letramento para os participantes com dificuldades de aprendizagem. Desde então, já foram realizados mais de 9.000 atendimentos e, atualmente, o acervo conta com mais de 3.500 livros.

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Principal da região, o Ginásio Poliesportivo Sócrates Brasileiro oferece segurança e conforto aos participantes dos projetos da Fundação Gol de Letra

Em junho de 2015, a Fundação estabeleceu outro marco no Caju com a inauguração do Ginásio Poliesportivo Sócrates Brasileiro, destinado a atividades esportivas e de lazer e que beneficiou diretamente mais de 600 crianças, adolescentes, jovens e adultos moradores do Complexo do Caju, que participam dos programas e projetos oferecidos pela Fundação.

Ampliação das ações em outros bairros do Rio de Janeiro
Evento de grande sucesso no Caju, os Jogos de Integração serão realizados pela primeira vez nos meses de maio e julho no bairro da Tijuca – nas comunidades do Borel e Casa Branca, Zona Norte do Rio – com o apoio da adidas. Assim como nos Jogos do Caju, seu objetivo é incentivar escolas e projetos da região da Tijuca a promover o esporte como ferramenta de educação, tanto como exercício de vida coletiva, como ambiente cultural e de direito.

O espaço da Barreira do Vasco (RJ) também é exemplo da ampliação das ações da Fundação para outros bairros

O espaço da Barreira do Vasco (RJ) também é exemplo da ampliação das ações da Fundação para outros bairros

Histórico
Criada há 17 anos, a Fundação Gol de Letra representa o sonho dos ex-jogadores de Futebol Raí e Leonardo de contribuir com a educação de crianças e jovens de comunidades socialmente vulneráveis, para que elas tenham mais oportunidade e perspectivas de vida.

Desde 1998, a Gol de Letra trabalha com o conceito de educação integral, desenvolvendo programas e projetos com atividades de esporte e lazer, expressão oral e escrita, cultural, artística e corporal, esporte e lazer, educação para o trabalho e desenvolvimento local. Com atuação na Vila Albertina, em São Paulo, e no Caju e Barreira do Vasco, no Rio de Janeiro, a Fundação atende crianças, adolescentes e jovens, aliando práticas educacionais e de assistência social ao desenvolvimento comunitário e de suas famílias.

Em São Paulo, a atuação é por meio dos programas Jogo Aberto, voltado público de 8 a 18 anos com monitores de 16 a 20 anos, com 15 modalidades esportivas e lazer para a comunidade; Programa de Jovens, que atua com oficinas de artes, projeto de vida e eixo de empregabilidade para jovens de 14 a 21 anos; além do Programa Comunidades que tem ações voltadas ao fortalecimento comunitário, formação de agentes sociais e Projeto Sexualidade.

Além do trabalho com comunidade no Rio de Janeiro, também é realizado o programa Dois Toques, focado em atividades esportivas, de lazer, leitura, escrita, informática e artes para crianças de 07 a 14 anos e monitores de 15 a 21 anos; o programa Jogo Aberto, que conta com 270 crianças e jovens de 6 a 17 anos e oferece atividades atreladas a modalidades olímpicas como judô, ginástica rítmica desportiva (GRD), futsal e tênis de mesa e o programa Gol de Trabalho, que atende jovens de 17 a 30 anos, com formação em rotinas administrativas, atividades culturais, workshops e palestras.

Desde 2009, a Gol de Letra trabalha com a área de Disseminação, realizando capacitações e implementando projetos baseados em sua metodologia.  As ações já passaram por dez comunidades brasileiras nos estados de Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Goiás, no Distrito Federal e em Guiné-Bissau, com um projeto de Cooperação Técnica em parceria com a Agência ABC (Ministério das Relações Exteriores) e organismos internacionais.

Fundação Gol de Letra participa do projeto Legado Olímpico

Em parceria com outras duas ONGs internacionais haverá ações de intercâmbio na Inglaterra, Hungria e no Rio de Janeiro, durante os Jogos Olímpicos

Para celebrar o ano olímpico no Brasil, a Fundação Gol de Letra e outras duas organizações sociais internacionais desenvolveram o projeto Legado Olímpico, que vai promover diversas trocas de experiências, incluindo a participação nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto de 2016. A ideia é reunir e compartilhar conhecimentos e vivências em esporte educacional a partir dos legados gerados pelas Olimpíadas.

Participam do projeto as ONGs Everything is Possible (Inglaterra), Polgár Foundation (Hungria) e Fundação Gol de Letra (Brasil), que atuarão em conjunto para desenvolver atividades que incentivem o legado da educação juvenil por meio dos esportes após a Olimpíada do Rio, além de criar oportunidades para a transferência de boas práticas e saberes entre os países, com programas de intercâmbio entre jovens e profissionais das três instituições.

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Logotipo oficial do projeto. Criação: Vanie Lopes, ex-designer da Fundação Gol de Letra

A iniciativa é promovida pelo Erasmus+, programa de intercâmbio da União Europeia, com apoio do Consulado Geral Britânico. Serão dois anos de projeto, e a primeira etapa foi realizada em novembro de 2015, quando as organizações envolvidas tiveram seu primeiro encontro na Inglaterra para alinhar objetivos, estratégias e resultados esperados. Durante a este encontro, o grupo visitou alguns projetos e centros esportivos e educacionais locais, além do Olympic Park Rainha Elizabeth, parque criado para os Jogos Olímpicos de Londres (2012) e hoje totalmente aproveitado para práticas esportivas, culturais e de lazer pela população.

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Intercâmbio
Em abril, dois jovens brasileiros embarcam para a Inglaterra como voluntários para um intercâmbio de longa duração (9 meses). Lá, eles vão atuar como EVS (Serviço Voluntário Europeu, na sigla em inglês), trabalhando em organizações locais e centros educacionais ligados a esportes. Durante esse período ficarão incumbidos de aprender, ensinar, registrar e divulgar todas as experiências que tiverem. A missão é trazer uma bagagem cheia de novidades para serem compartilhadas aqui!

Conheça um pouco dos dois jovens que irão participar desta empolgante aventura:

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Victor Prudêncio tem 22 anos e mora na Vila Albertina, em São Paulo. Começou as atividades na Gol de Letra quando tinha 11 anos, ingressando nos projetos de esportes e tentou praticar um pouco de todas as modalidades. Victor se tornou monitor esportivo e também participou ativamente de atividades culturais e de desenvolvimento, tais como cursos profissionalizantes e oficinas de Graffiti. Atualmente cursa o 2º ano da faculdade de Design Gráfico e trabalha como auxiliar de Comunicação na Fundação Gol de Letra.

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Seu parceiro neste projeto será Douglas Oliveira, de 27 anos. Nascido e criado na Vila Albertina, em São Paulo, Dodô, como é mais conhecido, mudou-se há um ano para o Rio de Janeiro para cursar faculdade de administração, por meio de uma bolsa de estudos. Desde cedo o jovem também participou das atividades esportivas e culturais da Gol de Letra, trabalhando posteriormente com a produção de eventos e artistas ligados ao movimento Hip Hop.

Ainda em abril, a representante da Everything is Possible, responsável pela coordenação geral do projeto, Clair Brown, estará no Brasil para planejar com os profissionais e jovens da Gol de Letra o intercâmbio que ocorrerá em agosto, durante a Olimpíada. A Fundação Gol de Letra também receberá dois voluntários intercambistas (EVS) vindos da Inglaterra. Eles ficarão baseados em São Paulo e atuarão em diferentes áreas da Fundação. Outra estratégia será a troca de experiências profissionais entre as organizações, através de intercâmbios de menor duração, no sistema “work shadowing” (profissionais sombra), no qual colaboradores das três ONGs terão a oportunidade de acompanhar alguns dias de trabalho nos diferentes países visando seu desenvolvimento profissional.

Todos juntos na Rio 2016
O grande momento do projeto será o encontro de 30 jovens no Rio de Janeiro – 10 da Inglaterra, 10 da Hungria e mais 10 do Brasil – por uma semana durante o mês de agosto, para vivenciarem o clima da Olimpíada. O grupo, acompanhado de educadores e equipe gestora, participará de um acampamento e poderá conhecer alguns locais de competições e entender melhor sobre o funcionamento do evento.

Para a Fundação Gol de Letra será uma oportunidade enriquecedora de desenvolver um trabalho compartilhado, com projeção internacional, e de promover trocas importantes no âmbito do esporte educacional entre os jovens e os profissionais participantes.

Fique ligado nessa jornada!

CONHEÇA MAIS sobre o projeto e acompanhe todos os acontecimentos pelo site: http://olympiclegacy.eu/

Fundação Gol de Letra visita o Parque Olímpico no Rio de Janeiro

Na preparação para a Rio 2016, crianças e adolescentes do Programa Jogo Aberto marcaram presença no evento teste de Judô para as Olimpíadas 

No início de março, o Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, ficou em festa. Crianças e adolescentes que participam do Programa Jogo Aberto, da Fundação Gol de Letra, tiveram a oportunidade de participar do segundo dia do evento teste de Judô para as Olimpíadas Rio 2016. Com a participação de 110 atletas de sete países, a competição serviu para o Comitê Rio 2016 avaliar o sistema de resultados da modalidade e também a qualidade dos serviços médicos durante as competições.

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A oportunidade de estar presente em uma competição internacional de judô e conferir de pertinho o que é ministrado nas aulas contagiou os educandos, que encontraram uma nova motivação para se dedicar ainda mais às aulas. “Eu gostei muito do evento, nos incentivou a lutar com mais foco, determinação e a prestar mais atenção”, disse Amanda da Silva Martins, de 12 anos, que pratica judô.

Ao todo, 16 alunos das turmas do Judô da comunidade do Caju (RJ) participaram da visita. Foi a primeira vez que eles tiveram a chance de ver alguns dos atletas mais importantes do judô lutando no tatame olímpico e ganhando medalhas. Foi um dia muito especial, como destacou Marcos Lohan, de 12 anos: “Eu tive a oportunidade de conhecer outros lutadores de judô que só via de longe e ainda conferi a entrega das medalhas. Foi muito legal!”.

Em 2012, o judô foi declarado como o melhor esporte inicial formativo para crianças e jovens de 4 a 21 anos pela UNESCO, enquanto o COI o considerou a modalidade mais completa por promover valores como os da amizade, da participação e do respeito. Midori Hayama, Analista de Projetos da Unidade Caju, destacou a importância do evento para os nossos educandos. “Foi uma oportunidade ímpar para os nossos alunos, pois eles puderam ver de perto grandes nomes da modalidade que praticam, numa arena de excelência, onde daqui a cinco meses os maiores nomes do judô mundial vão lutar por uma medalha. Tudo isso, dentro do significado da modalidade, o caminho da suavidade.

O Programa Jogo Aberto é financiado pela Lei de Incentivo ao Esporte, do governo federal, com o apoio do GRUPO BB E MAPFRE. Além do Judô, ele oferece mais três modalidades, como Ginástica Rítmica Desportiva (GRD), Futsal e Tênis de Mesa.

Confira o resultado da votação do projeto Gol pela Igualdade

Projeto da Fundação Gol de Letra ficou na 4ª posição e será realizado na Vila Albertina, em São Paulo, com apoio do Manchester City FC 

Em uma votação realizada entre novembro e dezembro de 2015, o projeto Gol pela Igualdade (clique para assistir ao vídeo), da Fundação Gol de Letra, foi uma das seis iniciativas escolhidas pelo Manchester City FC para serem apresentadas ao público na campanha Cityzens Giving.

A campanha é promovida pelo clube de futebol inglês com o intuito de contribuir com projetos sociais de todo o mundo que utilizem o futebol como ferramenta de transformação para uma determinada causa.

Ao votar, o público definiu a distribuição de uma doação no valor de £ 400 mil entre os seis projetos participantes. O Gol pela Igualdade ficou com a quarta colocação, recebendo a quantia de £48.271 para executar o projeto, que vai tratar a igualdade de gênero entre meninas e meninos da Vila Albertina (SP), beneficiando 150 adolescentes e jovens. O trabalho também envolverá as famílias e a comunidade.

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Foram registrados mais de 85 mil votos de pessoas de todo o mundo, especialmente os torcedores do Manchester City. Além da Fundação Gol de Letra – única representante da América Latina – a campanha também vai beneficiar projetos em Kolkata (Índia), Cape Coast (Gana), Manchester (Inglaterra), Nova York (EUA) e Melbourne (Austrália).

A Fundação Gol de Letra agradece a todos que participaram da campanha, votaram, divulgaram, torceram e se envolveram com a causa. O seu apoio fez a diferença! Veja o resultado no site oficial do Manchester City.

Fique ligado em nossas redes sociais, acompanhe o desenvolvimento do projeto ao longo do ano e as novidades da Fundação Gol de Letra.

Escutar a comunidade fortalece o impacto de projetos sociais

Por: Sóstenes Oliveira, diretor geral da Fundação Gol de Letra

Envolvimento e escuta de moradores da comunidade são fatores imprescindíveis, pois são eles os especialistas na realidade local

É muito comum existirem iniciativas sociais sérias e muito bem-intencionadas, que buscam de fato contribuir para uma transformação social, mas acabam não tendo tempo ou instrumentos para avaliar junto às crianças, jovens, famílias e moradores da comunidade a sua atuação.

A escuta dos atendidos e envolvidos no projeto social é um mecanismo que auxilia na identificação de mudanças valiosas, que partem da percepção dos próprios participantes.
Além disso, acredita-se que, ao dar sua opinião, a pessoa se sinta mais atuante, podendo ainda se sentir corresponsável pelo bom andamento da intervenção social – maior aproximação entre instituição e participante. Mecanismos de escuta são estratégias de avaliação que devem levar a instituição à reflexão e possivelmente ao replanejamento de suas ações.

Pesquisa de opinião na unidade São Paulo ouviu crianças, adolescentes e jovens, familiares e representantes das escolas públicas parceiras

No caso das ações voltadas ao esporte-educação, os processos de escuta e co-participação contribuem para o reconhecimento da realidade local, para que se possa planejar a ampliação da cultura esportiva do bairro com base nas características dos moradores, considerando seus hábitos e costumes, suas expectativas e dificuldades. Nesse sentido, o esporte confirma seu aspecto agregador que conecta pessoas e instituições, facilitando os canais de diálogo.

Para compreender cotidianamente as demandas dos participantes de seus programas, a Gol de Letra, com seus mais de 16 anos de experiência, utiliza mecanismos de escuta para as crianças, adolescentes, jovens e famílias. Por meio de instrumentos simples é possível garantir que todos os envolvidos avaliem a nossa atuação e exponham suas percepções sobre o impacto que essas ações têm em suas vidas.

Além de se sentir escutada, a comunidade se sente participante nas mudanças

Tais resultados podem ser conferidos no último “Momento de Escuta” (confira abaixo) realizado no final de 2015, material que apresenta as opiniões desse nosso público, além de representantes de escolas públicas que se tornaram parceiras da unidade em São Paulo.

Entre os entrevistados 91% acreditam que as atividades da Gol de Letra proporcionaram alguma mudança para as famílias. Os índices de percepção de mudança para as crianças são muito positivos e oscilam entre 80% a 95%. Esse tipo de iniciativa ganha valor e reconhecimento quando 88% das famílias afirmam que se sentem ouvidas pela instituição.

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Ao dar sua opinião, participantes e familiares se aproximam da instituição e o trabalho tem resultados mais efetivos

Ter esses resultados comprovados pela VOZ dos próprios participantes e suas famílias, nos mostra que nossa metodologia é realmente efetiva e pode ajudar a transformar comunidades e construir uma sociedade mais justa e inclusiva.

VEJA AQUI: MOMENTO DE ESCUTA 2015