21 mai
2013

por Fundação Gol de Letra

Filmes e séries, ou seriados, sempre estiveram no imaginário de crianças, adolescentes, jovens e adultos. Dos musicais dos anos 50 a recentes sucessos, como Todo Mundo Odeia o Chris (quase unanimidade entre as crianças), Friends ou Avatar, esses tipos de produções aguçam a curiosidade, trazem entretenimento e incitam uma reflexão crítica, pois ajudam o interlocutor a ver o mundo de uma maneira a que não está acostumado.

A mudança de velocidade, os diferentes ângulos e as inúmeras formas de linguagem permitem desconstruir a realidade, tanto no formato de filmes quanto de séries, fazendo desse material uma ótima possibilidade para desenvolver diferentes abordagens de aprendizado.

Toda essa parte teórica, juntamente com a fantasia e a imaginação presentes nos vídeos, será analisada por todo ano de 2013 pelas crianças, adolescentes e jovens do Projeto Histórias em Movimento, da Fundação Gol de Letra e patrocinado pelo programa Desenvolvimento e Cidadania, da Petrobras.

O tema “filmes e séries” foi escolhido por votação pelos participantes do programa como tema norteador do ano. A partir dele, as crianças e adolescentes, de 7 a 14 anos, desenvolverão trabalhos nas diferentes oficinas, sempre com o objetivo de utilizar a linguagem cinematográfica como meio de desenvolver cidadania, ética, senso crítico, trabalho em equipe, reflexão e identidade cultural das crianças e adolescentes.

Segundo Patricia Liberali, coordenadora do programa Virando o Jogo, do qual faz parte o “Histórias em Movimento”, entre todos os pontos, a questão da ética e do senso crítico são pontos importantes, mostrando que há diferentes pontos de vista para uma mesma situação e de que é preciso ter responsabilidade com o que se comunica.

“Hoje, a tecnologia está muito mais acessível e qualquer pessoa, criança ou adulto, pode produzir um filme. Exemplo disso são as câmeras com celulares. Por isso, é importante enfatizar a questão da responsabilidade no conteúdo que a gente produz ou compartilha”, comenta Patricia.

Além disso, as questões do trabalho em equipe e da cooperação também devem ser bastante frisadas ao longo do ano. “Durante a capacitação sobre este tema, percebemos que o incentivo à participação coletiva, que é um ponto que permeia o projeto Histórias em Movimento, também está presente na produção de um filme, em que o trabalho em equipe e a sintonia entre os profissionais são essenciais para um bom resultado”, completa.

15 mai
2013

por Fundação Gol de Letra

Algumas vezes por ano, os educandos do Jogo Aberto do Núcleo de Esporte e Desenvolvimento (NED) e das escolas parceiras fazem uma atividades conjunta, com o objetivo de integrar os diferentes grupos e contribuir para a unidade do programa.

 

Nessa quinta-feira, a ação de integração aconteceu na Escola Estadual Leônidas Paiva e promoveu um amistoso de futebol de campo entre os alunos da escola, que é parceira da fundação, e os jovens que participam das atividades de futsal no Núcleo de Desenvolvimento Esportivo (espaço da Gol da Letra). No total, cerca de 60 jovens participaram da atividade, que teve como responsáveis os educadores Eduardo Brunello e Maurício Amatto.

Segundo o coordenador do programa, Sérgio Andrade, as ações de integração são uma parte importante da rotina do programa:

“Em campeonatos comuns, o intuito é somente o de vencer. Já nos amistosos, nós conseguimos trabalhar a competição de uma forma mais adequada à nossa metodologia: as regras são compartilhadas; existe o respeito às diferenças de habilidades, gêneros, idades, etc”, comenta Sérgio, acrescentando que, por trabalhar o esporte com princípios de esporte educacional e de participação, a Gol de Letra só se envolve em competições que considerem a mesma abordagem praticada pela fundação. “Esse é o caso da OLIPET (Olimpíadas do Projeto Esporte Talento) , da USP, que acontece no segundo semestre, e que é o único campeonato do qual participamos atualmente”, completa.

 

*O Jogo Aberto é financiado pela Lei de Incentivo ao Esporte, do Ministério do Esporte. O programa atende cerca de 450 crianças, adolescentes e jovens da Vila Albertina, buscando oferecer, estimular e disseminar a prática esportiva na região.

14 mai
2013

por Fundação Gol de Letra

Imagine tudo o que pode acontecer quando se reúne mais de mil crianças entre 7 e 11 anos em uma sala de espetáculos para assistir à apresentação de uma orquestra. A Sala São Paulo, sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e uma das mais importantes casas de concertos e eventos do país, topou o desafio e há alguns anos promove um projeto educacional em que reúne crianças de escolas públicas, particulares e de organizações sociais para ver de perto os músicos e os diferentes instrumentos que compõem uma orquestra, desenvolvendo uma plateia para o futuro.

 

Na semana passada, foi a vez da Fundação Gol de Letra fazer o passeio, com o Programa Virando o Jogo*. Foram quatro turmas, divididas em dois dias: 2ª e 5ª-feira. Para acompanhar o grupo, ninguém melhor do que o educador de música do programa, André Freitas, um dos grandes apoiadores do projeto.

“A oportunidade de ver esses instrumentos de perto, de perceber a organização de uma orquestra, em que cada um toca um pouquinho para compor um som único, faz uma diferença enorme para o dia a dia dentro da sala. Depois daqui, as crianças ficam muito mais interessadas nas atividades”, comenta André.

O evento é realizado sempre com a ajuda de orquestras convidadas. Na quinta-feira foi a vez da Jazz Sinfônica, organizada pelo maestro Fábio, que demonstrou como as orquestras fazem parte do nosso dia a dia.

Durante a uma hora e meia de espetáculo, foram interpretadas músicas de filmes famosos como Batman (que é heroico e sombrio) e Robin Hood (que é heroico, mas alegre) e apresentados os diferentes instrumentos que compõem uma orquestra, mostrando a diferença entre eles.

 

As crianças interagiam o tempo todo com os músicos, respondendo às perguntas, batendo palmas ou estalando os dedos conforme era solicitado, o que chamava a atenção dos adultos presentes, entre eles, Raí.

Fundador da Gol de Letra e atual presidente do Conselho, Raí foi convidado pela Revista Brasileiros para participar do evento e fez questão de ir até a Sala São Paulo e conhecer o projeto ao lado das crianças. “O legal é vir junto com eles, para ouvir os comentários”, se entusiasma.

*O Programa Virando o Jogo é a união do Projeto Histórias em Movimento, patrocinado pelo Programa Desenvolvimento e Cidadania, da Petrobras, e do Projeto Cenas de Crianças, financiado pelo Fundo Municipal da Criança e do Adolescente do Estado de São Paulo (Fumcad), com o apoio das empresas Apsen Faramcêutica, Grupo CCR, Master Foods, Banco Safra, Agência Estado e GloboSat.

13 mai
2013

por Jéssica Soler - Agência JPress de Reportagens

Em princípio, é necessário apresentar os diferentes tipos de organização sociais existentes. São inúmeras as nomenclaturas atribuídas a uma união de pessoas que contribui com a sociedade sem aspirar a algo em troca. Por isso, as definições dos significados de cada uma delas são importantes para a compreensão da questão.

As únicas organizações do terceiro setor consideradas pelo Código Civil Brasileiro são associações e fundações. ONGs, institutos, instituições sociais e demais nomenclaturas são definições comumente utilizadas, mas, inexistentes no Código. Elas são apenas denominações variantes das duas primeiras e, legalmente, exprimem o mesmo conceito.

Associações: o artigo 53 do Código Civil define a associação como uma união de pessoas que se organizem para fins não econômicos. Sua fundação não exige nenhum capital financeiro inicial e é restrito aos membros qualquer benefício ou lucro resultantes das atividades exercidas pela entidade.

Toda associação é gerida por um estatuto, que já deve estar estabelecido no momento da criação. Por isso, antes do registro civil, faz-se necessário que os fundadores atendam à alguns requisitos pré-estabelecidos pelo Código Civil Brasileiro.

Fundações: as fundações privadas são organizações criadas por um instituidor, físico ou jurídico, que destine, obrigatoriamente, certo patrimônio a fim de que se cumpram os objetivos definidos previamente. Não visam fins lucrativos e todas as missões, finalidades e decisões administrativas refletem a vontade do instituidor.

Diferentemente das associações, as fundações são veladas pelo Ministério Público do estado onde se localizam. Nem mesmo seus estatutos podem ser alterados sem que haja autorização do Ministério Público, o que faz com que todo o processo seja ainda mais burocrático.

Organização não jurídica: uma estrutura de organização não jurídica pode ser formada por um pequeno grupo de amigos ou familiares unidos apenas por uma boa ideia e com desejo de ajudar o próximo e fazer o bem.

Quase todas as organizações nascem e atuam por algum tempo sem cadastro jurídico. Enquanto algumas decidem continuar o trabalho da mesma maneira, outras optam por criar um CNPJ, com o objetivo de, de fato, tornar-se uma associação e, consequentemente, conseguir apoio tanto do Governo, quanto de possíveis patrocinadores.

Jéssica Soler – Agência JPress de Reportagens

Para ler a matéria inteira:
http://jpress.jornalismojunior.com.br/2013/04/instituicoes-beneficentes-boa-ideia-mundo-possibilidades/

9 mai
2013

por Fundação Gol de Letra

No dia 4 de maio, em comemoração ao mês do trabalho, a Fundação Gol de Letra realizou mais um Gol de Cidadania, com a oferta de diversos serviços gratuitos para a população da zona norte de São Paulo.

O evento, promovido pelo programa Comunidades com o apoio do Programa de Jovens, aconteceu das 9h às 16h na sede da Fundação e contou com a ajuda de diversos parceiros e voluntários.

Entre os serviços que foram prestados estão a emissão de documentos, como carteira de trabalho (em parceria com o CAT Móvel) e 1ª via de RG e 2ª via de certidão de nascimento (com o apoio do CIC Norte).

O escritório Godoi Aprigliano Zambo Advogados Associados, que há anos contribui com a Gol de Letra, trouxe uma equipe de profissionais voluntários para um mutirão jurídico, dando orientações nas áreas de pensão alimentícia, processo trabalhista, aposentadoria, regularização de imóvel, inventário, processo de reconhecimento de paternidade, direitos de consumidor entre outras.

Também voluntária da fundação, Marcia Venâncio trouxe a equipe de seu estúdio de cabeleireiros para um workshop com dicas de beleza e transformação, usando como modelo a agente social Camila.

“O objetivo da ação era dar alguns toques sobre como a própria pessoa pode se arrumar em casa sem precisar ir ao salão todo final de semana”, comentou Márcia, para quem as ações de voluntariado são sempre gratificantes: “é legal porque posso contribuir com as outras pessoas usando a minha profissão”.

O pessoal do Programa de Jovens promoveu oficinas de grafite e marcenaria, enquanto o grupo de agentes sociais esteve presente em todas as atividades, organizando e orientando os presentes.

O próximo evento da Fundação em São Paulo acontece no dia 18, com uma intervenção na ONG parceira Reciclação, revitalizando e promovendo uma grande festa no local. O evento acontece a partir das 14 na Rua Alagoa da Roça 95. Fique ligado e participe!

8 mai
2013

por Fundação Gol de Letra

Segunda-feira, dia 06 de maio, a Fundação Gol de Letra recebeu em sua sede no Caju,  Rio de Janeiro, o Grupo Segurador | Banco do Brasil e MAPFRE para oficializar o apoio ao projeto Caju Esporte e Educação.

O evento contou com a presença de autoridades e de representantes de ambas as partes. Entre eles, estavam o presidente do grupo, Marcos Eduardo Ferreira e a executiva de Sustentabilidade Fátima Lima, a Diretora da Gol de Letra Beatriz Pantaleão, além do próprio Raí, um dos fundadores da Gol de Letra e hoje presidente do Conselho Curador da Fundação.

“O grande ativo da Gol de Letra é o conhecimento do dia a dia da comunidade, permitindo a criação de um ambiente propício para implementar um projeto como esse. Isso tudo aliado ao apoio do Grupo BB E MAPFRE faz com que os resultados venham ainda mais rápido”, afirmou o ex-jogador.

Marcos Ferreira também destacou a importância dessa união para empresa e abriu as portas do Grupo BB e MAPFRE para novas parcerias em outros programas e projetos da Fundação.

Parte do Programa Dois Toques, o Caju Esporte e Educação é financiado pela Lei de Incentivo ao Esporte, do Ministério do Esporte, e tem como objetivo promover a educação integral a partir do convívio social e de aprendizagens esportivas nas mais diversas modalidades, beneficiando mais 200 crianças, adolescentes e jovens da comunidade.

Raí, Fátima, Marcos e Beatriz com os jovens da Fundação.

18 abr
2013

por Fundação Gol de Letra

Todo ano, abril é uma época diferente na Gol de Letra. Esse é um mês em que um grupo de cerca de 15 pessoas, entre jovens e educadores, visita a fundação, fazendo com que o português deixe de ser a única língua ouvida nas atividades.
Esse é um período de descoberta. Descoberta de uma nova cultura, de novos costumes e de novos amigos. Esse é o Projeto Intercâmbio, que acontece anualmente, no Rio de Janeiro, São Paulo, Paris e Lyon, em parceria com a organização francesa Sport Dans La Ville.
Desde 2002, quando o projeto começou, um grupo de cerca de dez jovens franceses mais os educadores vem ao Brasil em abril (durante as férias escolares na Europa) e outro grupo, com aproximadamente o mesmo número de jovens e educadores brasileiros, vai à França em julho.
O intercâmbio é uma oportunidade rica para trocas culturais e ampliação da visão de mundo dos jovens e educadores envolvidos, além de propiciar momentos de aprendizado, cooperação, amizade, respeito e convívio com a diferença.
A programação no Brasil é dividida da seguinte forma: quando os franceses vêm ao Brasil, eles ficam de 3 a 4 dias em São Paulo, passam mais cinco dias no Rio de Janeiro e vão, junto com jovens da Gol de Letra, para um final de semana no acampamento Ranieri, o que intensifica ainda mais a integração. [Veja aqui o vídeo com a visita dos franceses no ano passado - http://www.youtube.com/watch?v=kQpyiraHgK8]


“A Fundação não consegue levar todo mundo para a viagem. Por isso, é importante que aqueles que forem, passem um pouco do que viveram para os que não conseguiram ir”, comenta o educador de música André Freitas, um dos responsáveis desse ano para acompanhar os jovens brasileiros na viagem à França, acrescentando que, “na volta da França, as conversas e bate-papos permitem que a experiência seja compartilhada”. Além dele, Dingos (educador de Grafite, no Programa de Jovens, em SP) e Crislaine (assistente social no Rio de Janeiro) participarão este ano, acompanhando e auxiliando os jovens.
Na França, a programação está dividida em cinco dias em Paris, cinco dias em Lyon (sede da Sport Dans La Ville) e mais alguns dias num acampamento no sul da França – Grillon (Drôme Provencale). Nas duas etapas (Brasil e França), o projeto conta sempre com a ajuda de voluntários e do pessoal da Associação Gol de Letra França (que ajuda a captar recursos para a fundação).
De 2002 a 2012, 183 jovens entre franceses e brasileiros já participaram do intercâmbio. “Essa é uma oportunidade única não só pela viagem em si, mas por toda a orientação pedagógica com que é feito o intercâmbio. É uma experiência tão forte que quem participou se sente motivado a trabalhar voluntariamente no ano seguinte”, comenta Eduardo Brunello, educador responsável pelo intercâmbio.
No dia 23 de abril, terça-feira, os jovens franceses chegam à Fundação Gol de Letra. As notícias dessa primeira parte da viagem você pode acompanhar pelas redes sociais da Fundação.

16 abr
2013

por Fundação Gol de Letra

Um encontro memorável aconteceu na Vila Albertina! Entre os dias 8 e 12 de abril, representantes de três das cinco das instituições sociais parceiras da Gol de Letra pelo projeto Ginga Social estiveram na sede da fundação para uma semana de vivência de práticas socioeducativas.

Equipes do projeto Ginga Social, parceria entre a Fundação Gol de Letra, a adidas e cinco ONGs de cidades sede da Copa do Mundo de 2014.

Coordenadores, educadores e assistentes sociais da ABAFE (Belo Horizonte), da Casa dos Meninos (São Paulo) e do Instituto Marquês de Salamanca (Rio de Janeiro) se reuniram na fundação, com o objetivo de fortalecer a rede de informações entre as instituições, trocar experiências entre as equipes e alinhar as ações do projeto à metodologia social da Gol de Letra.

O projeto Ginga Social é uma parceria da Gol de Letra com a adidas que começou em 2011 com o objetivo de transferir a tecnologia social da fundação para organizações atuantes em cinco cidades sede da Copa do Mundo de 2014. O projeto prevê nas instituições a formação de monitores esportivos, o atendimento às famílias das comunidades para que possam atuar como multiplicadoras, a oferta de espaço aberto para prática esportiva e o atendimento a crianças, adolescentes e jovens por meio de oficinas esportivas, de dança, música e capoeira.

Equipe do projeto Ginga Social, parceria entre a Fundação Gol de Letra, a adidas e cinco ONGs de cidades sede da Copa do Mundo de 2014.

Para Eduardo Leles, coordenador do Projeto Ginga Social em Belo Horizonte, as experiências adquiridas durante a semana de integração na Vila Albertina influenciam também o trabalho pessoal de cada participante. “Como o Ginga Social se norteia pelo Programa Jogo Aberto, da Gol de Letra, nós vivermos as atividades da Fundação na prática é importante para melhorarmos também o modo como realizamos o nosso próprio trabalho na instituição.”, comenta.

“Antes do Ginga Social, as crianças do bairro ficavam ociosas. Agora, elas vivenciam a prática esportiva, jogam, dançam e usam o tempo em que não estão na escola para continuar aprendendo”, comenta Jorge Augusto, educador esportivo do Projeto Ginga Social no Rio de Janeiro.

Equipe do projeto Ginga Social, parceria entre a Fundação Gol de Letra, a adidas e cinco ONGs de cidades sede da Copa do Mundo de 2014.

Entre as atividades, os representantes participaram de uma integração com as equipes da Fundação, conhecendo a rotina de trabalho dos educadores e os objetivos, dificuldades e facilidades de cada ação; participaram de reuniões de planejamento, conheceram o centro de distribuição da adidas (fornecedora de todo o material esportivo utilizado no Ginga Social) e visitaram as escolas parceiras da Gol de Letra pelo projeto Escola-Ação Esportiva. No último dia das atividades, foi feita uma avaliação do encontro, a fim de descobrir o que foi assimilado durante a semana e melhorar a qualidade de futuros encontros.

Equipe do projeto Ginga Social, parceria entre a Fundação Gol de Letra, a adidas e cinco ONGs de cidades sede da Copa do Mundo de 2014.

Para Fernanda Franco, coordenadora do projeto no Rio de Janeiro pelo Instituto Marquês de Salamanca, a troca de experiências entre os educadores, coordenadores e assistentes sociais do mesmo projeto em cidades diferentes é a ação mais importante da vivência. “Nós conseguimos entender a realidade de cada local, pois descobrimos que apesar de estarmos todos no Ginga Social, as ações em cada cidade são diferentes. Cada instituição tem suas facilidades e dificuldades. Conhecendo a metodologia de perto, vivenciamos todos a mesma experiência.”, comenta.

O processo de capacitação do Ginga Social tem duração de três anos. Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo foram as três primeiras cidades, mas o projeto também já está funcionando também em Porto Alegre e Salvador.

Você pode acompanhar tudo o que acontece no Ginga Social por meio da página do projeto no Facebook.

3 abr
2013

por Fundação Gol de Letra

Atividades lúdicas de música, artes plásticas, poesia, peças de teatros, literatura e dança. Essa é a proposta do Sarau do Programa de Jovens, que teve na quinta-feira, dia 28, sua primeira edição de 2013. Nesse dia, véspera de feriado, cerca de 40 jovens da Fundação Gol de Letra se reuniram no CCJ (Centro Cultural da Juventude) Ruth Cardoso para, juntos, promoverem manifestações culturais diversas, dessa vez sob o tema “Onde está a cultura popular?”

Sarau do Programa de Jovens da Fundação Gol de Letra realizado no dia 28 de março, no CCJ.

A participação no sarau é opcional. Por isso, como forma de aumentar a adesão, uma semana antes das apresentações, os educadores do programa realizam atividades de incentivo à manifestação dos jovens no evento. Silvana Gusmão, coordenadora do Programa de Jovens da Gol de Letra, acredita que esse tipo de ação desperta nos jovens a vontade de expressar o que sentem.

“No sarau, eles ficam livres para manifestar suas opiniões por meio de leituras dramáticas, interpretação de peças, músicas, trabalhos manuais ou qualquer sentimento cultural que acreditem ser significativo expressar, mas que por vezes estava escondido. As atividades de incentivo ajudam-nos a descobrir um espaço, uma forma de expressão, que é deles.”, comenta.

Sarau do Programa de Jovens da Fundação Gol de Letra realizado no dia 28 de março, no CCJ.

O tema deste 1º sarau de 2013 foi “Onde está a Cultura Popular?”, foi escolhido pelos próprios jovens na mesma assembleia que definiu o tema anual do programa.

Para conduzir as apresentações, o evento teve a participação especial do jovem escritor Chellmí (Michell da Silva, do Coletivo Cultural Poesia na Brasa), que conduziu as apresentações e trouxe ao sarau exemplos da Literatura Marginal, uma manifestação cultural popular em que crianças, jovens e adultos moradores de periferias escrevem a partir de suas realidades -, o que incentivou a participação do público presente por meio da interação com livros.

“Com a escrita da periferia, crianças, jovens e adultos moradores dessas áreas têm mais chances de se identificar com as temáticas abordadas. Acredito que o primeiro contato com estas criações podem levá-los a outras leituras, clássicas ou não.”, comenta Chellmí.

Entre as diversas apresentações, chamou a atenção a dos jovens agentes de leitura do projeto “Leitura na Vila”. Vestindo trajes feitos de jornais e revistas, os agentes apresentaram a leitura dramática de um texto desenvolvido por eles, que abordava os diferentes tipos de leitura feitos no dia-a-dia e a importância de se contar, ouvir e escrever histórias.

Sarau do Programa de Jovens da Fundação Gol de Letra realizado no dia 28 de março, no CCJ.

Segundo Mariane Greice da Silva, agente de leitura do projeto, a ideia que o grupo buscou passar é que as pessoas fazem algum tipo de leitura a todo o momento. “Nós tentamos mostrar que a leitura acontece de diferentes formas. Alguém não precisa necessariamente pegar um livro ou uma revista para ler. Ao olhar para uma pessoa, você a lê. Ao olhar para um objeto, você o lê.”, comenta.

As atividades de formação em comum – interação entre jovens de todas as oficinas – como intervenções na comunidade, fóruns e saraus, acontecem durante todo o ano. Fique ligado na nossa programação e participe!

1 abr
2013

por Fundação Gol de Letra

Na sexta-feira, 22, os educadores da Fundação Gol de Letra estiveram na Escola Professor Leônidas Paiva, na Vila Albertina, para marcar a retomada das atividades do projeto Escola-Ação Esportiva após o período de férias.

Alunos do E. E. Leônidas Paiva durante "Gol na Escola", ação do projeto Escola-Ação Esportiva

Alunos do E. E. Leônidas Paiva durante “Gol na Escola”, ação do projeto Escola-Ação Esportiva

Parceria da Fundação com escolas públicas da Zona Norte de São Paulo, o Escola Ação Esportiva faz parte do Programa Jogo Aberto – financiado pela Lei de Incentivo ao Esporte, do Ministério do Esporte – e busca oferecer, estimular e disseminar a prática esportiva na região.

Como forma de inaugurar as ações 2013 do projeto na E.E. Leônidas Paiva, a atividade “Gol na Escola” trouxe as turmas de quinta à oitava série às quadras da escola para conhecer e participar de atividades como tchoukball, flag, dança e ginástica – algumas das modalidades variadas trabalhadas ao longo do projeto na área esportiva do Parque Lions, também parceiro da Fundação.

Alunos do E. E. Leônidas Paiva durante "Gol na Escola", ação do projeto Escola-Ação Esportiva

Alunos do E. E. Leônidas Paiva durante “Gol na Escola”, ação do projeto Escola-Ação Esportiva

“O rodízio de atividades ajuda a divulgar as modalidades apresentadas, despertando o interesse dos que ainda não se inscreveram, e integra a Gol de Letra com a área de educação física da escola”, comenta Eduardo Brunello, educador esportivo do projeto.

Alunos do E. E. Leônidas Paiva durante “Gol na Escola”, ação do projeto Escola-Ação Esportiva

Para Madilene da Cunha, diretora do E.E. Leônidas Paiva, é possível ver claramente os benefícios da parceria com a Gol de Letra, que existe desde 2007. “O projeto faz com que a relação das crianças e adolescentes com a escola seja muito mais tranquila, pois trabalhamos em conjunto. Eles procuram se comportar melhor dentro e fora da sala de aula, aguardando as atividades do projeto.”, finaliza.

Alunos do E. E. Leônidas Paiva durante “Gol na Escola”, ação do projeto Escola-Ação Esportiva

Até o final do ano, estão programas mais quatro ações como o “Gol na Escola”. Continue ligado nas mídias sociais da Gol de Letra para saber mais sobre o projeto e as escolas parceiras!