Educação e esporte com o esqui de asfalto

Quem foi que disse que precisa de neve para praticar esqui? Leandro Ribela, atleta olímpico brasileiro em esqui cross country, esteve na fundação para fazer uma oficina de roller esqui com os participantes do Jogo Aberto e apresentar essa modalidade diferente, que possui benefícios físicos e educacionais.

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Segundo Leandro, o roller esqui surgiu nos anos 60 como forma dos atletas de esqui cross country (aquele mais famoso, de neve) treinarem durante os períodos em que não há neve. Hoje, já há Copa do Mundo e campeonato mundial do esporte. “Há muitas semelhanças com o esqui tradicional, como a mesma bota, o mesmo bastão e a mesma fixação. A diferença é a base, que é o roller”, diz Leandro.

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O atleta é também o responsável pelo projeto “Ski na Rua”, em que desenvolve atividades regulares de roller esqui e oficina do idioma espanhol com 25 crianças, adolescentes e jovens da comunidade São Remo, vizinha à Cidade Universitária, em São Paulo. O projeto acontece graças a profissionais voluntários e os equipamentos são doados tanto por uma marca especializada quanto por atletas de cross country, que destinam seus equipamentos seminovos. Segundo Leandro, alguns dos jovens atendidos já começam a se destacar, porém, mais do que formar atletas de rendimento, assim como nos projetos da Gol de Letra, o objetivo do Esqui na Rua é de que o esporte contribua para a educação, formando os mesmos valores defendidos nas Olimpíadas: amizade, solidariedade, compreensão mutua, fair play e igualdade. “A gente deseja que todas as atividades transportem a barreira do esporte, levando os aprendizados para a família e trabalho”, conta o atleta.

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Por se tratar de um enduro de longa duração, o roller esqui desenvolve a capacidade cardiovascular. O diferencial em relação aos outros esportes, segundo Leandro, é que nele usa utiliza também os membros superiores – pelo uso do bastão. Além disso, é ótimo para desenvolver o equilíbrio e despertar a curiosidade dos jovens por outras línguas e culturas. “Por ser uma modalidade pouco conhecida no Brasil, há o interesse de buscar formação fora, estudar inglês, viajar para conhecer campo de formação na neve”.

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Na Gol de Letra, a oficina foi realizada na quadra do Jogo Aberto e reuniu participantes de diferentes modalidades, trazendo resultados sensacionais! “Foi muito bacana. O pessoal estava super interessado. Por praticarem outros esportes, os jovens tiveram facilidade. Tinha gente virando 360, o pessoal da capoeira plantando bananeira com o roller, foi super interessante!”, conta Leandro, que trouxe com ele quatro meninos do projeto desenvolvido na USP: “dificilmente a gente consegue retribuir de volta a alguma pessoa que nos ajudou, então é importante passar isso pra frente e ajudar outra pessoa, valorizando ainda mais a experiência”.

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*Para saber mais sobre o roller esqui, acesse o site do projeto ski na rua: https://www.facebook.com/projetosocialskinarua?fref=ts

**A oficina de roller esqui foi uma das atividades do programa Jogo Aberto, desenvolvido na Fundação Gol de Letra com o objetivo de disseminar atividades esportivas na comunidade da Vila Albertina. O Jogo Aberto é financiado pela Lei de Incentivo ao esporte. 

Parabéns aos formandos da turma 2013/1

Dia 26 de junho, mais um dia especial para Fundação Gol de Letra. Pela sexta vez aconteceu a formatura dos alunos do Projeto Gol de Trabalho, no Rio de Janeiro. Ao todo, 62 jovens formaram-se no curso de Rotinas Administrativas em uma cerimônia repleta de lágrimas, risadas e muitas emoções.

Já pela manhã os funcionários da Gol de Letra organizavam o espaço para cerimônia e para festa. Depois de muito trabalho transformaram a nossa sede em um espaço digno de receber uma formatura da maneira como mereciam os formandos e seus convidados.

A cerimônia começou com a apresentação de cada um dos 62 formandos e seguiu recheada de depoimentos emocionantes, tanto por parte dos alunos, como pelo professor Estevão Nascimento e pela Assistente Social, Priscila Pereira – dois dos principais responsáveis pelo sucesso do projeto. Ambos receberam homenagens e mais uma vez, derramaram lágrimas de felicidade.

Formatura Gol de Trabalho 2013/1

“De acordo com o desenvolvimento e crescimento do projeto, esta turma do 1º semestre de 2013 nos surpreendeu, pois foram observados graves problemas de ordem social e estrutura familiar, que foram superados durante o decorrer do curso e a integração dos jovens ao projeto. Com isso, observamos que cada jovem compreendeu a proposta oferecida pela fundação, e executou dando o seu melhor”, declarou Estevão Nascimento, educador do Projeto Gol de Trabalho.

Jeremie Dron, representante do patrocinador, Societe Generale, Beatriz Pantelão, Diretora Executiva da Gol de Letra e Estevão Nascimento, educador do Projeto Gol de Trabalho

O evento também contou com a presença da empresa patrocinadora e grande responsável pela realização do projeto, Societe Generale, representada por Jeremie Bron. Além dele, também estiveram presentes Beatriz Pantaleão, Diretora da Gol de Letra, Felipe Pítaro, Coordenador de Projetos da Gol de Letra e o Time Nissan Brasil, formado por François Dossá, Sidney Resende e Celso Estrella. Todos tiveram a palavra, declararam seu apoio e desejaram sorte e sucesso aos alunos presentes.

Após o fim da cerimônia, todos foram convidados para a festa, onde aproveitaram um grande jantar e muita música. Alunos, familiares, amigos e funcionários da Fundação interagiram e curtiram os últimos momentos juntos como turma do Projeto Gol de Trabalho.

A Fundação Gol de Letra agradece por todo empenho e determinação que os jovens tiveram ao longo do curso, fator que foi determinante para essa grande conquista, e está de portas abertas para recebê-los novamente.

Felicidades e sucesso!

Dia 02 de agosto se inicia uma nova etapa com a turma do Projeto Gol de Trabalho 2013/2.

Lançamento do Projeto “Caju Esporte e Educação”

Segunda-feira, dia 06 de maio, a Fundação Gol de Letra recebeu em sua sede no Caju,  Rio de Janeiro, o Grupo Segurador | Banco do Brasil e MAPFRE para oficializar o apoio ao projeto Caju Esporte e Educação.

O evento contou com a presença de autoridades e de representantes de ambas as partes. Entre eles, estavam o presidente do grupo, Marcos Eduardo Ferreira e a executiva de Sustentabilidade Fátima Lima, a Diretora da Gol de Letra Beatriz Pantaleão, além do próprio Raí, um dos fundadores da Gol de Letra e hoje presidente do Conselho Curador da Fundação.

“O grande ativo da Gol de Letra é o conhecimento do dia a dia da comunidade, permitindo a criação de um ambiente propício para implementar um projeto como esse. Isso tudo aliado ao apoio do Grupo BB E MAPFRE faz com que os resultados venham ainda mais rápido”, afirmou o ex-jogador.

Marcos Ferreira também destacou a importância dessa união para empresa e abriu as portas do Grupo BB e MAPFRE para novas parcerias em outros programas e projetos da Fundação.

Parte do Programa Dois Toques, o Caju Esporte e Educação é financiado pela Lei de Incentivo ao Esporte, do Ministério do Esporte, e tem como objetivo promover a educação integral a partir do convívio social e de aprendizagens esportivas nas mais diversas modalidades, beneficiando mais 200 crianças, adolescentes e jovens da comunidade.

Raí, Fátima, Marcos e Beatriz com os jovens da Fundação.