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O encontro de uma vocação com um sonho
Autor - Raquel Porangaba - São Paulo
Data: 28/12/2009
Depois de muitas consultas e solicitações, em 2009 a Fundação Gol de Letra aceitou o desafio de disseminar sua prática educativa para outras organizações e, conseqüentemente, para outras regiões do país. Projetos pilotos já estão sendo executados em Niquelândia, Barro Alto e Ouvidor, em Goiás.
Por ter sido instituída por personalidades queridas (Raí e Leonardo), desde sua fundação a Gol de Letra tem a vocação de mobilizar pessoas e instituições em torno da causa da Educação. E, no ano em que completou 10 anos de atividade, a oportunidade de mergulhar nessa vocação e cruzar os mares a fim de concretizá-la veio de onde menos se esperava.
O Ministro Marco Farani, Diretor da Agência Brasileira de Cooperação, estava buscando bons exemplos - programas sociais de referência que pudessem ser executados em outros países. Em uma visita à Gol de Letra gostou do que viu e convidou a Fundação a estudar formas de cooperação com Guiné-Bissau, na África.
A coordenadora social, Olga Lembo, e os educadores Andrea Chiareto e Edgard Arantes embarcaram para Guiné com a missão de fazer os primeiros contatos para viabilizar a implantação de um programa de Esporte Educacional no país africano. Lá, eles se reuniram com os ministérios da Educação, da Família e Solidariedade, da Cooperação Internacional e da Saúde, além do Embaixador brasileiro em Bissau, Sr. Jorge Geraldo Kadri; representantes da ONG Amizade e Avelino Vaz...
O sonho
Em junho de 2009, uma carta de Avelino Vaz chegou de Guiné-Bissau para Sóstenes Brasileiro, diretor geral da Fundação Gol de Letra. Nela, o guineensse pedia ajuda para sua comunidade, no bairro de São Paulo, em Bissau - capital do país.
Alguns meses antes, Avelino se dispôs a investir o pouco dinheiro que tinha na postagem de uma carta, pedindo ajuda à uma ONG. Procurou na internet "ONGs em São Paulo". Ele sabia que existia uma grande cidade com o mesmo nome do seu bairro e arriscou. Apareceram muitas opções, mas, como um apaixonado por futebol, se interessou mais por uma chamada "Gol de Letra".
Com o auxílio de seu professor, Humberto Braina Sambú, escreveu uma carta e a colocou no correio. Quando, em novembro, o jovem Avelino foi procurado por 3 representantes da Fundação Gol de Letra, a emoção tomou conta dele e de toda a equipe. "É um jovem como os nossos, simples e bem ansioso. Não acreditava que sua carta havia resultado em um encontro conosco e com o Embaixador do Brasil em Bissau", conta Olga Lembo, responsável pela disseminação da prática educacional.
Sóstenes Brasileiro, diretor geral da Fundação, resume a coincidência que fez com que Avelino e a Gol de Letra se encontrassem. "Quando recebi o contato do Avelino não podíamos fazer nada para ajudá-lo, mas guardei a carta sem nem saber por quê. Agora eu sei".
Por ter sido instituída por personalidades queridas (Raí e Leonardo), desde sua fundação a Gol de Letra tem a vocação de mobilizar pessoas e instituições em torno da causa da Educação. E, no ano em que completou 10 anos de atividade, a oportunidade de mergulhar nessa vocação e cruzar os mares a fim de concretizá-la veio de onde menos se esperava.
O Ministro Marco Farani, Diretor da Agência Brasileira de Cooperação, estava buscando bons exemplos - programas sociais de referência que pudessem ser executados em outros países. Em uma visita à Gol de Letra gostou do que viu e convidou a Fundação a estudar formas de cooperação com Guiné-Bissau, na África.
A coordenadora social, Olga Lembo, e os educadores Andrea Chiareto e Edgard Arantes embarcaram para Guiné com a missão de fazer os primeiros contatos para viabilizar a implantação de um programa de Esporte Educacional no país africano. Lá, eles se reuniram com os ministérios da Educação, da Família e Solidariedade, da Cooperação Internacional e da Saúde, além do Embaixador brasileiro em Bissau, Sr. Jorge Geraldo Kadri; representantes da ONG Amizade e Avelino Vaz...
O sonho
Em junho de 2009, uma carta de Avelino Vaz chegou de Guiné-Bissau para Sóstenes Brasileiro, diretor geral da Fundação Gol de Letra. Nela, o guineensse pedia ajuda para sua comunidade, no bairro de São Paulo, em Bissau - capital do país.
Alguns meses antes, Avelino se dispôs a investir o pouco dinheiro que tinha na postagem de uma carta, pedindo ajuda à uma ONG. Procurou na internet "ONGs em São Paulo". Ele sabia que existia uma grande cidade com o mesmo nome do seu bairro e arriscou. Apareceram muitas opções, mas, como um apaixonado por futebol, se interessou mais por uma chamada "Gol de Letra".
Com o auxílio de seu professor, Humberto Braina Sambú, escreveu uma carta e a colocou no correio. Quando, em novembro, o jovem Avelino foi procurado por 3 representantes da Fundação Gol de Letra, a emoção tomou conta dele e de toda a equipe. "É um jovem como os nossos, simples e bem ansioso. Não acreditava que sua carta havia resultado em um encontro conosco e com o Embaixador do Brasil em Bissau", conta Olga Lembo, responsável pela disseminação da prática educacional.
Sóstenes Brasileiro, diretor geral da Fundação, resume a coincidência que fez com que Avelino e a Gol de Letra se encontrassem. "Quando recebi o contato do Avelino não podíamos fazer nada para ajudá-lo, mas guardei a carta sem nem saber por quê. Agora eu sei".
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